A
mostra traz fotografias do congolês Baudouin Mouanda
que retratam o cotidiano dos sapeurs, dândis africanos
que há mais de 25 anos estampam as ruas de Brazzaville,
capital do país – e de diversos bairros congoleses
de Paris, Londres e Bruxelas – em trajes requintados
ao estilo alfaiataria, cores berrantes e postura teatral.
Formado
apenas por homens, Sape é o nome do movimento, que
significa Société des Ambianceurs et Personnes
Élégantes (cuja tradução é
Sociedade dos Animadores e Pessoas Elegantes), que competem
em elegância e popularidade, sendo reconhecidos pela
maior posse de suas vidas: as roupas, geralmente fraques,
coletes e ternos.
Nascido
em Brazzaville, no Congo, em 1981, Baudouin Mouanda é
um dos mais expressivos fotógrafos africanos da nova
geração. Atento às questões
da sociedade e das marcas que a guerra deixou no seu país,
Baudouin Mouanda adapta sua linguagem às temáticas
que aborda. Em preto e branco ou coloridas, suas imagens
sempre se destacam pela originalidade do enquadramento e
pela proximidade com os objetos fotografados.
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A
voz suave pode esconder a incrível determinação
e o gosto pela liberdade. Berry, de fato, não tem
nada de banal. A começar pelo nome: em homenagem
à grande escritora George Sand, a então adolescente
Elise Pottier decidiu adotar o nome da região de
origem de Sand (que fica no centro da França) e passou
a assinar somente Berry. Era o início de uma trajetória
que vem criando um ícone da jovem música francesa.
Berry faz apresentação única em Brasília,
no dia 22 de março, dentro da Semana da Francofonia.
O show acontece no Teatro da Caixa, a partir das 20h. Os
ingressos custam R$ 20,00 e R$ 10,00 ( estudantes, maiores
de 60 anos e mediante a doação de alimentos
não perecíveis). Classificação:
Livre |